Capoccia Maremma Toscana D.O.C.

Vinho Tinto Italiano Capoccia Maremma Toscana DOC 2019

Safra 2019 - 750 ml
Toscana (Maremma Toscana D.O.C.) - Itália
Prata - IWSC
Uva(s):
Ciliegiolo, Alicante Bouschet,
Harmonização:
Risoto à carbonara, Pizzas intensas, Cordeiro,
Ocasiões:
Ouvindo música, Jantar romântico, Degustar devagar,
Amadurecimento:
Poucos meses em tonéis de aço-inox.
Temperatura de serviço:
18 °C
Teor Alcoólico:
13.0 %
Volume:
750 ml
Potencial de guarda:
Até 10 anos.
Tipo
Tinto
Corpo
Equilibrado
Aromas
e sabores
Frutas vermelhas
Flores
Especiarias doces
Associados
R$ 133,20
De R$ R$175,00
R$ 148,00
4x R$ 37,00 sem juros
Ou R$ 140,60 à vista no boleto
4 Unidades = R$ 133,20 por unidade
6 Unidades = R$ 127,28 por unidade
Informações sobre este rótulo
A cultura do vinho chegou na Toscana por volta do século VIII a.C., através dos Etruscos. Foram encontrados restos de ânforas de barro em escavações arqueológicas mais recentes, indicando que já no século seguinte (VII a.C.) esses vinhos estavam sendo exportados para a Gália e para o sul da Itália. Alguns anos mais tarde, no século III a.C., o vinho toscano começou a receber citações de ilustres escritores gregos, que quase sempre celebravam sua elevada qualidade. Seguindo a linha cronológica, a vitivinicultura foi substancialmente mantida e propagada na região pelos romanos e, após a queda do império, os mosteiros assumiram esse papel durante a Idade Média. 


O cenário mudou de forma expressiva a partir da ascensão da aristocracia e das classes de comerciantes. Nesse período foi estabelecido um sistema de parceria agrícola conhecido como “mezzadria”, no qual o proprietário fornece a terra e os recursos para o plantio em troca da metade ("mezza") da safra anual. Muitos transformavam sua metade da colheita em vinho, cujas garrafas depois seriam vendidas para os mercadores da capital Florença. Para que você tenha uma ideia de volume e importância desse mercado, no século XIV d.C. eram vendidos cerca de 8 milhões de galões americanos de vinho todos os anos em Florença. Portanto, aquela espécie de arrendamento de terras acabou sendo o berço da indústria que conhecemos hoje, com diversas vinícolas artesanais espalhadas por todo o território da Toscana.

Com seu povo, sua comida e sua arte, hoje essa é uma área vitivinícola mundialmente famosa e importante. Devido à ancestralidade, a agricultura pincela as belíssimas cores de sua paisagem, sendo que “os três grandes” – vinhas, oliveiras e trigo – sempre dividiram espaço nas vastas colinas da Toscana. Especificamente na viticultura, a Sangiovese é destaque como principal uva regional, compondo desde varietais clássicos até cortes modernos. Mesmo considerando os famosos Super Toscanos, nos quais a regra é não se apegar às tradições locais, essa cepa muitas vezes é utilizada como um apoio para variedades francesas. Além da Sangiovese, existem muitas castas italianas autóctones sendo cultivadas por lá, como Canaiolo, Colorino e Ciliegiolo, mas nenhuma com tamanha evidência. Geralmente essas outras são usadas em partes menores do corte, porém em casos raros e inusitados acabam ganhando protagonismo.

Depois de Piemonte e Vêneto, a Toscana produz o terceiro maior volume de vinhos de qualidade da Itália sob as designações D.O.C. e D.O.C.G., inclusive algumas delas são deveras ilustres: Brunello di Montalcino, Chianti, Morellino di Scansano, Nobile di Montepulciano. Em minha opinião, o eixo que as une é o potencial gastronômico. São exemplares muito versáteis à mesa, que acompanham uma infinidade de pratos, sejam eles servidos em ocasiões formais ou informais. Outra semelhança entre os vinhos toscanos são os toques aromáticos rústicos, que sempre aparecem para deixar a degustação ainda mais complexa, no bom sentido é claro. Agora é com você, inspire-se na harmonização sem medo de errar e boa degustação!

by Sommelier Rodrigo Ferraz | Direitos Reservados


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